quarta-feira, 28 de setembro de 2016
Aquele que odeia
Somos uma sequencia de erros, falhas tentativas em vão. O nada ocupando o vazio. Alma apática vagando entre a leveza do ser e a incerteza do ter. Tudo encaixa-se dentro de uma espiral que te leva de um lado ao outro, indo da abstinência a overdose.
Fatal.
Fetal.
Quando tentas cobrir a pele irritada com a máscara ilusória, a esconder sua essência, lembra que a dor realmente não importa, mas a exposição, sim, arde.
A renovação persiste longe. O vácuo insiste internamente. O pior se consegue dando seu melhor, a ausência inexiste frente ao mérito introjetado mentalmente.
Eu sou aquele que odeia. Eu sou aquele que existe, aqui, ou lá. Eu sou aquele que insiste, que erra e não desiste. Desistindo. Em atônita inércia. Aquele que odeia não mais sussurra suas preces.
segunda-feira, 26 de setembro de 2016
Eu.
segunda-feira, 19 de setembro de 2016
Devaneios não controversos
Eu existo. Atônito, perdido.
Eu existo. Indeciso, incompreendido.
Eu existo. Impreciso, invisível.
Eu existo atônito. Perdido.
Eu existo indeciso. Incompreendido.
Eu existo impreciso. Invisível.
Eu, existo. Atônito. Perdido.
Eu, existo, indeciso incompreendido.
Eu existo! Atônito. Perdido.
Eu existo. Indeciso, incompreendido.
Eu existo. Impreciso, invisível.
Eu existo atônito. Perdido.
Eu existo indeciso. Incompreendido.
Eu existo impreciso. Invisível.
Eu, existo. Atônito. Perdido.
Eu, existo, indeciso incompreendido.
Eu existo! Atônito. Perdido.
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